sábado, 12 de fevereiro de 2011

O inicio de uma nova vida

Trabalho e Vida Particular

Trabalhando na noite, muitas mulheres confundiam seriedade e brutalidade com sensualidade, é lógico que o estilo faz toda a diferença e isso eu sempre tive. Por conta disso ganhei o apelido de Van Diesel, e depois de alguns goles as mulheres se jogavam, eu encarava como a ultima opção, eu era a ultima opção... Mas não era bem assim. Muitas me presenteavam com coisas caras, mesmo eu jamais dando esperanças.

Minha irmã começou a trabalhar em uma casa ao lado da ‘baladinha’ onde eu trabalhava, e vendo tudo isso, começou a tirar onde comigo “Vou agenciar meu irmão, imagina só... você tem futuro, e eu vou ficar rica bem rápido (risos)”, é claro que era tudo brincadeira, mas algumas das mulheres que se derretiam, quando ouviam isso os olhos brilhavam, e eu ficava muito assustado! Nunca me vi assim, nem me senti o galã da bala-chita... e de repente arrancar suspiros das mulheres (e as vezes até alguns homens) de duas uma: ou era desespero, ou excesso de entorpecentes. Bem como disse, não sou feio, mas também não era pra tanto. Tinha aprendido já que onde se ganha o pão, não se come a carne. Eu queria alguém, mas não assim, e uma amiga me disse que arrumar uma namorada seria muito difícil.

Resolvi ir atrás do meu filho, que tive fora do casamento, quando morei em Santo André. Queria conhecê-lo, manter contato, ajudá-lo, resolvi fazer o certo corrigindo tudo que já havia feito de errado. Entrei em contato com a mãe dele, que se assustou por não esperar que eu a encontrasse. Começamos a conversar, contei que estava separado e que não queria perder contato com ela, por causa do menino. Logo eu fui conhecê-lo, e fiquei sabendo que ela estava quase casada, mas sem saber porque ela disse que não tinha dado certo. Não dei bola, meu interesse era só no menino. Algumas coisas foram acontecendo e percebi que ela estava querendo se envolver comigo. Ela disse que nunca tinha me esquecido, que queria tentar novamente e não fazia nenhuma objeção. Eu ri e a lembrei que poderíamos ser amigos como eu já havia dito, mas que não tinha intenção de me envolver com ela. O ex dela começou a me ligar fazendo ameaças, dizia que eu tinha roubado a mulher dele. Quando eu abri os olhos ela queria que eu fosse morar com ela, sem chance!

Minha mãe já havia ligado dizendo que voltaria para São Paulo, e viria morar no apto com a gente (eu e minha irmã). A condição é que eu tinha que sair do apartamento para ela entrar, pois não me caberia. Não bastava a falta de contato com os meus filhos, a maluca me arrumando uma bala na cabeça, agora minha mãe voltava para Sampa e eu tinha que sair, e tinha um mês para me virar... Quanta ironia.

Em uma noite normal de trabalho o DJ da casa que era apaixonado por uma moça, veio com um papo de que a amiga da sua paixão queria ficar comigo, mas não tinha coragem de me dizer. A namorada do DJ tinha uma amiga que sempre ficava sozinha esperando por ela para ir embora. E ela era o tipo de mulher que a gente olha e acha que nunca vai dar bola pra gente. Olha... mesmo com todos os problemas pelos quais eu estava passando eu fui em frente, cheguei como o dono da situação, a puxei para perto de mim, e quando nossos olhos se cruzaram ela disse “Eu não sei o que ele te falou, mas não é bem assim, não acredite no que foi dito, porque eu não sou dessas, e me solta!” Meu, foi um balde de água fria. Convidei-a para bebemos algo e ela aceitou, 20 minutos depois estávamos nos beijando, logo começamos a namorar.

Sem saber onde morar, eu sabia que tinha que ganhar mais do que ganhava. A moça com que eu estava me relacionando nada sabia sobre isso, eu nunca fui de contar meus problemas assim. Nosso namoro ia de vento em poupa. A mãe do filho que tive fora do casamento ficou sabendo que eu estava namorando, sabendo que eu estava me preparando para contar sobre ela para a minha ex-esposa, e sentindo todo o despeito do mundo se adiantou e mais... disse que eu a tinha iludido, mentindo para ela e para minha ex, disse que mesmo depois que minha ex havia voltado do interior nos continuamos nos encontrando... e adivinha como eu fiquei sabendo disso? Pela a minha ex! Dizendo que não acreditava nisso, eu lhe contei a verdade. Depois de passada toda essa situação com a louca que pensou que só porque eu havia me separado eu ficaria com ela, levei meu namoro diante.

Eu já havia resolvido minha situação com a minha mãe, e continuaria morando no apto com ela, assim que ela veio para São Paulo ás coisas se ajeitaram, e agora eu passaria a viver com a minha filha mais velha.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A turbulência Pós Separação

Roberto Ribeiro - Partilha





Pós Separação

Quando me separei, voltei para São Paulo, e deixei para traz o que mais tinha de valioso, meus filhos, a minha ex-esposa ficou frustrada não acreditando no que tinha acontecido, “- Você não vai agüentar viver sem mim...”, por algum tempo bateu a franqueza olhando meus filhos chorando sem saber o que estava realmente acontecendo, enfim, eu fui embora.

Minha irmã, quando me mudei para o interior, ela passou a morar no apartamento que antes eu morava, e sabendo do ocorrido logo me intimou a morar com ela, não aceitando a idéia de deixar-me morar com um amigo até me levantar, sendo que só Deus sabe como faria isso tão rápido, inesperadamente comecei a ter apoio de pessoas que por muito tempo nem ligavam para mim para dizer um simples oi, ou saber como estava, mesmo sabendo que jamais pediria algo por causa do meu orgulho, mesmo precisando, (sempre fui muito orgulhoso) não tinha coragem. Percebi que por um outro lado minha vida se desenrolava de uma forma que logo me preparei para o impacto que poderia vim, sem saber o que era.

Passados alguns dias eu comecei a trabalhar onde já havia trabalhado antes, por meio de uma propostas deles de retomar o meu antigo emprego, aceitei na hora, e a minha ex-esposa sabia disso, por que essa proposta aconteceu ainda quando estava no interior, mas quando cheguei em São Paulo no outro dia fui para a empresa e lá comecei a trabalhar, minha ex-esposa me liga dizendo que é para alugar uma casa que ela esta voltando com as crianças para ficar perto de mim, que ela tinha errado quando me levou para o interior e entre 3 dias o caminhão estaria chegando, logo pus um ponto final, sendo muito mais claro que já havia sido demonstrando que não teria volta, me falou que eu poderia cuidar agora pq estava na empresa onde já tinha trabalhado que se o problema fosse o salário que agora estava tudo bem, e tornei a explicar que meu problema era ela, ela que não me ajudou quando pedi e ela tinha o poder de ter evitado tudo isso, enfim continuei trabalhando e fazia a mesma coisa que antes, mas depois de 2 semanas fui chamado no escritório para me informarem que eu não me enquadrava nas novas normas da empresa, sem motivo aparente fui embora, coincidentemente, meu celular toca e o numero do interior, era meu antigo supervisor, me ofereceu meu emprego de volta no interior e a dona da empresa me emprestaria uma casa, por um ano sem pagar o aluguel, mas teria que com a minha ex-esposa, juntei tudo em fração de segundos, essa fulana tem muito dinheiro, poder e o que ela quer, quando quer, ela costuma ter e conhece muito bem o poder da corrupção, pensa numa pessoa que pisa na outra só para se divertir, é ela, acha que só por que tem dinheiro de sobra e limpa a bunda com nota de cem pode comprar as pessoas que lhe convém, sabendo disso, perguntei se era a dona da empresa que me ofertava, e a resposta foi positiva, então tem algumas condições, eu quero que me coloque como motorista, aumente meu salário em 3 vezes e faça uma retratação sobre a humilhação que passei na empresa por causa dela. Lógico que a resposta seria negativa, e eu nem me importava. Percebi que meu dinheiro da rescisão não caia no banco, e meu desespero começou a vim, com dois empréstimos e alguns cheques voando sei que teria problemas com isso, liguei para meu ex-cunhado que cuidava dessa parte na empresa, ele que era responsável pelo pagamento demissão a admissão de funcionários, e foi quando fiquei sabendo que ele já tinha pagado para minha ex-esposa, porque ela estava precisando de dinheiro e como ela era casada comigo a empresa tinha pago a ela.

Meu eu fiquei puto da vida:

- Então você vai pagar de novo, o dinheiro é beneficio meu e não dela quem trabalhou 09 meses fui eu e não ela, mandarei dinheiro para ela conforme a necessidade minha cumprida, de acordo com o que eu posso mandar, e não todo o meu dinheiro.

Depois de um tempo ele começou a me enrolar dizendo que mandaria meu dinheiro e nada, e depois pediu minha carteira para dar baixa, eu mandei via malote por uma das lojas aqui em São Paulo recém inaugurada, mês a mês ia se passando e empregos foram perdidos por falta da carteira, e ai como não bastasse a falta de dinheiro agora também a carteira profissional, quando completou o 04 mês me ligaram dizendo que minha carteira profissional estava na mesma loja onde tinha entregue, quando cheguei na loja pedi minha carteira e a moça me mostrou um monte de papel, 02 do pedido de demissão sendo um da empresa e o outro meu, um de exame medico em branco e uma declaração para minha ex receber no meu lugar meu dinheiro, pedi a moça somente minha carteira, e ela falou-me que só me entregaria depois de assinar tudo liguei para meu advogado imediatamente, e depois das orientações informei a policia. Quando os policiais chegaram lá contei a eles o que estava acontecendo, e os mesmos resolveram me acompanhar até a loja, a burra da moça mostrou os papéis e falou a mesma coisa que me falou;

- Não posso entregar a carteira dele até ele assinar esses papéis aqui.

- Moça reter documento é crime, e vocês estão com o documento dele ai?

- Sim esta no cofre, mas como disse fica aqui até ele resolver assinar tudo isso.

Bem, então o policial me chamou para fora, e me encaminhou para a delegacia onde vim a fazer um B.O., um inquérito foi aberto com provas e testemunhas policiais de que eles estavam me coagindo a assinar alguns documentos e alguns em brancos.

Devido a fama que tive em São Paulo como Agente de Segurança não foi difícil arrumar serviço de novo, mas não consegui receber a mesma coisa que recebia antes, e já tinha casas disputando pelos meus serviços, seria bom se nesse jogo subisse o dinheiro também, e logo comecei a trabalhar e pagar algumas contas atrasadas.

Depois de um tempo, quando se completava 04 meses sem dinheiro e sem a minha carteira, pouco tempo depois do ocorrido do B.O., minha ex manda uma carta me pedindo PERDÃO, por ter mentido para mim, e sabia que eu faria o que fiz, por que eu conheço os meus direitos muito bem, acreditava que se tivesse me pedido o dinheiro e tivesse explicado pra que seria eu teria dado, que estava me esperando e os meninos sentia muito falta de mim, sem contar que eu sou muito quentinho, e a cama esta muito fria, bláblá, bláblá, bláblá, bláblá... eu tinha um processo lindo nas mãos e contra uma empresa que tinha dinheiro para pagar. Uma semana depois recebi uma intimação para comparecer no interior onde receberia meu dinheiro e a minha carteira profissional, informei que estaria na cidade em tal dia, e lhe daria o dinheiro, mas queria ver os meninos, ela rindo me respondeu se eu estava querendo negociar com ela, e quando entendeu o que eu queria quem disse que ela apareceu, ligou na casa da minha mãe dizendo para poder ir na casa dela ver meus filhos e ironicamente ainda confirmou que tiraria o atraso dela rindo, eu até fui, mas fui acompanhado sem dar chances a ela, acredito que evitei muita coisa fazendo isso, fiquei com meus filhos um dia inteiro mas logo tive que voltar por causa do meu serviço, eu tinha voltado pra noite trabalhando como segurança, uma coisa que queria ter me aposentado, e novamente estava la, era desse dinheiro que ajudava em casa e mandava pros meus filhos quando dava, não que fosse regularmente, e o previsto aconteceu, ainda pro mês de agosto eu teria a audiência de pensão alimentícia que minha ex estava movendo em nome das crianças apenas, apenas 3 salários mínimo ela estava reivindicando. Me apresentei na audiência sem advogado, e ela com a advogada dela, quando me disseram o valor e se eu concordava, é claro que não e expliquei o por que, na verdade, mesmo ganhando muito dinheiro na minha carteira profissional eu nunca fui registrado com mais de 1 salário e meio, sabendo que uma pensão só pode ser imposta pelo valor de 30% do seu ultimo ou o atual salário, a advogada dela teve um ADP (ataque de pelanca) rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs, não concordava de forma alguma, frisando bem que eu tinha a abandonada junto com três crianças, sem dar qualquer tipo de assistência a ela....tentamos chegar a um acordo que não ouve, por que ela queria no mínimo 2 salários de pensão eu 30%, vejam bem, na carteira eu estava com R$ 548,00 e eu recebia na é poça uns R$ 700,00 então poderia ser 30% em torno de R$ 160,00 há R$ 210,00é claro que nunca ficaria nisso, sempre seria a mais, mas benefícios só ficamos sabendo depois que aceitamos não é mesmo? Foi para o supremo tribunal decidir. Dessa vez eu podia ficar uma semana e ainda dentro do fórum eu pedi a minha ex que deixasse ficar com meus filhos e aproveitar essa semana que ficaria lá, no fórum ela concordou e uma noite eles passaram comigo, na casa de minha mãe ainda no interior, depois de uma noite ela foi lá e vendo eles muito bem resolveu arrancá-los com tapas e gritos, muita brutalidade com as crianças, isso me doeu muito e é claro que ela fez isso de propósito, o meu fraco sempre foi os meninos.

Voltando, fui trabalhar e encarar a noite era muito ruim. O mundo noturno pode ser muito cruel e inesperado, cheio de violência, drogas a vontade, roubos por diversão e extorsões dentro de casas noturnas. Moças lindas e novas que oferecem favores sexuais em trocas de privilégios em casa noturnas, ou para ficar perto do seu artista querido e isso não são poucas as mulheres que fazem isso.

Eu não deixava de pensar nos meus filhos e todo vez que tinha contato com minha ex ela não deixava falar com eles e quando deixava falar eu tinha que passar pela minha ex antes, e ela ficava controlando o que os meninos falavam comigo.

Minha ex achava que eu estava como tinha pedido a Deus, assim ela falava, tranqüilo, sem menino para encher o saco, e com muito dinheiro, acontece que o tempo não volta e eu realmente já tinha ganhado muito dinheiro com isso, segurança, mas agora depois que vim morar com minha irmã, as minha obrigações e o pouco que ganhava, eu nem me preocupei em comprar uma cama ou colchão para mim, isso significa que eu literalmente dormia no chão, minha irmã que nunca trabalhou e 7 anos mais nova do que eu sendo que tenho 32 anos, ajudava com seu vicio, o cigarro e outras coisas mais. Usando meus filhos para poder me chantagear, minha ex fez isso com freqüência e algumas vezes me magoou muito sabendo que as crianças estava sendo usadas por ela de forma que isso poderia trazer conseqüência psicológica graves.

Muito bem, para a audiência da pensão alimentícia eu fui chamado e tive que me virar para ir, o resultado quando saiu eu não fui avisado, e as coisas rolaram como nada de anormal estaria acontecendo, mandava dinheiro para ela como dava ou podia, e ela reclamava que sempre era pouco ou não dava pra nada, mas também comecei a ver que ela começou a sair, ir a festas de pião, encontros de rachas, festas particulares e em danceteria também, sei que nossas vidas continua e ela tem o direito de fazer isso, mas a descrição também é cabível, e se não estava trabalhando de onde estava tirando o dinheiro para ir nesses lugares? Como quem não quer nada perguntei se ela estava trabalhando e me disse que não, mas logo corrigiu me dizendo que tinha dinheiro das bijus dela, uma aqui outra ali, sei até parece. Meus filhos me pediu para comprar danone e toma sorvete, e o mais velho queria ver um filme no cinema, então mandei um dinheiro para eles, depois de uma semana fiquei sabendo que o mais velho estava de castigo, e a mãe dela tinha comprado o danone por que eu não tinha mando o dinheiro a ela, a minha mãe já tinha depositado R$ 250,00 para ela, por que eu ainda não tinha recebido, e quando eu mandei o dinheiro para as crianças eu tinha mandado R$ 80,00 só para os meninos antes da minha mãe depositar para ela, lógico que eu pagaria a minha mãe assim que recebesse, mas minha ex sabendo que quem depositou foi minha mãe ela queria que eu mandasse o dinheiro de novo, alegando que ainda não tinha recebido o dinheiro!

- Meu, a minha mãe já depositou!

- Como assim? Quer dizer que a ajuda da sua mãe é a mesma que a sua?

- Claro! Ou você acha que é gostosa demais para receber dobrado, dinheiro não cai do céu não, você tinha que trabalhar para ver como é difícil ganhar o tal dinheiro que gosta tanto de gastar.

- Imagina só..., você fez três filhos comigo, e tem por obrigação de me sustentar, são seus filhos não se esqueça disso...

- Deixa eu saber uma coisa, o dinheiro que mandei para os meninos, eu estive conversando com eles, e eles me contaram...

- Eu não devo explicações e nem satisfação para você, você mandou o dinheiro e eu faço o que eu quero, imagina só, era o que faltava, ter que dar prestação de contas com o que eu faço com o dinheiro que você manda. (desligando o telefone).



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Começo


Recado do Paizão ...

Embora a felicidade seja nosso objetivo maior, ainda não sabemos distinguir o falso do verdadeiro. Criamos ilusões, perseguimos objetivos falso e colhemos sofrimentos. Mais é por meio deles que aprendemos a conhecer a vida, e melhorar atitudes. É possível que venhamos a nos enganar outras vezes. Esse é o preço do progresso. Apesar disso, meu coração esta em paz por saber que, acima de todas as nossas falha até de nosso livre-arbítrio, está a vida nos protegendo, conduzindo nossos passos para o bem maior.




Meu 1° Casamento


Quando estava com 19 anos conheci aquela que seria a minha primeira esposa, aconteceu muito rápido, morando em uma cidade do interior onde meu sobrenome tem historia, meus avós já foram muito importantes na cidade, e alguns parentes meus lá tem fabricas, restaurante, lojas, fazendas e muito mais, sabendo disso ela imaginou que eu também tinha dinheiro, muito dinheiro, e vendo onde eu morava ajudou muito, pois bem, tinha como viver e sobreviver, mas não tinha o que ela imaginava, rapidamente ela engravidou depois de 2 meses juntos e por causa da gravidez não planejada me casei contra vontade. Não que eu não quisesse assumir a criança, mas a mãe da criança demonstrava ser muito vulgar e sem caráter, fazia muita graça por estar na minha família e algumas vezes me oferecia a suas primas amigas solteiras serviços sexuais, e o executor no caso era eu, sempre rindo e se divertindo achando tudo engraçado com isso, e sempre com ar de deboche olhando pra mim querendo que eu aceitasse, nunca me vi fazendo tal coisa estando com minha namorada ou esposa do meu lado olhando e imaginar ou escutar o a sua própria esposa esta lhe oferecendo a suas amigas e primas, isso era nojento, ainda grávida antes mesmo de casar ela me virou e disse que tinha ido ver um cara que fazia tempo que ela não a via, e que ele transava muito bem, claro que foi inevitável, eles transavam e ela me falou isso na maior tranqüilidade e falou também que a filha que estava esperando não era minha, meu mundo foi ao chão, era muita coisa de uma vez só para assimilar, tivemos uma briga longa e há coloquei para fora de casa, os vizinhos do fundo viram e ouviram tudo, mas claro que mulher barriguda sempre tem apoio de terceiros, infelizmente depois de muita conversa ela ficou e já não queria mais casar, claro que minha mãe não concordava com isso e falou “- você vai casar sim... claro que foi a maior derrota da minha vida esse casamento eu queria faculdade e construir minha casa própria, antes de assumir um casamento, e quanto ao filho eu assumiria de boa, sem problema, mas não queria casar com ela.

Enfim, casei-me com meu sogro dizendo "Engravidou!? Então casa!" e minha mãe dizendo que eu tinha que casar, pois viver assim não era papel de homem.

A minha filha nasceu, e apesar de tudo eu a considerava minha filha mesmo a mãe dela ter dito o que disse.


Meu casamento durou exatamente 8 meses. Um certo dia, fui a um churrasco com uns amigos, e ela saiu com a irmã e uma amiga para um salão de forró. Voltando do churrasco passei na saída do salão e encontrei as duas (irmã e amiga) sentadas numa praça. Quando me avistaram ficaram brancas, perguntei pela minha esposa e elas não me responderam. Olhando em volta eu a vi com outro homem aos beijos. Então, me aproximei e a cutuquei no ombro por 3 vezes enquanto ela o beijava. Ao terminar, pensando que seria uma das duas (a irmã ou a amiga), ela falou arrogante " O que foi?"... Quando se virou e me viu disse "Putz!"...



Eu desejei-lhe boa sorte na escolha dela e fui embora, desse dia em diante eu estava solteiro e feliz por ter descoberto isso. Na época nós morávamos com minha mãe e irmã mais nova. Nos separamos, mas ela continuou morando na minha casa, pois seu pai dizia que não a aceitaria de volta.


Não demorou nada e já conheci aquela que seria minha 2ª esposa, dessa vez ela era mais nova, ainda com 17 anos. Ficava encantada me olhando com minha filha ainda bebê, e escutando de muitos que eu tinha muito jeito com crianças e que eu realmente era pai e cuidava bem da minha filha. Minha mãe não acreditava que eu tinha me separado e quando minha primeira esposa descobriu meu novo relacionamento ficou tão irritada que chamou a polícia me acusando de adultério... Dê em diante ela não pisou mais em casa, causou vários problemas para mim. Nós morávamos em uma cidade pequena do interior, ela conhecia muita gente, e até mandar gente para me bater ela fez... Rsrs (mas quem apanhava eram eles).

Meus amigos da cidade me apoiavam pois não gostavam dela, muitas coisas fiquei sabendo depois que tomei a decisão.

Voltei para São Paulo com minha nova companheira já grávida, é claro que isso também não estava planejado. Minha intenção era terminar os estudos, fazer uma faculdade e nós dois trabalharmos juntos, mas foi por água abaixo com a notícia "estou grávida...” Putz, a coisa ficou feia, mas onde come um, comem dois. Minha primeira esposa começou uma guerra com pensão e o seu maior despeito, era que eu a havia deixado sem a família dela saber o porque, porque eu não falei nada, cabia a ela dizer o motivo, a mulher que era, e o que havia feito com o casamento dos sonhos dela e do pai dela, pois minha família sabia.



Meu 2° Casamento



Quando namorava minha segunda mulher, ela engravidou, e ai por algum motivo, me lembrei de como foi difícil crescer sem um pai presente. Meus pais se separaram logo quando nasci, e após algum tempo voltaram e tiveram minha irmã, novamente se separaram, mais dessa vez definitivamente. Então decidi que faria o máximo para que isso não acontecesse de novo.
Já com uma filha que não podia ter contato, e que por muito tempo acreditei não ser minha, devido às más línguas da cidade. Vinha por ai um filho e um tormento (que era sua mãe). O casamento começou, e junto com ele muitos desgostos vieram também. De repente além das reclamações algo começou a faltar... O carinho, a apreciação, o sexo então.... nossa, era uma vez no mês. Por um tempo agüentei com muita dificuldade, quando minha paciência se esgotou, encontrei uma mulher que me satisfazia em todos os sentidos, desde carinho e atenção até o sexo... Daí me perguntei, “O que estou fazendo?” “Estou me igualando a minha ex-mulher” apesar de não deixar que nada faltasse a minha esposa atual, me senti culpado. Resolvi assumir a traição.
Por intermédio de outros eu já tinha me alistado e tinha data marcada para ir embora, seguiria carreira, mais, uma pessoa mais velha interviú a fim de conseguir uma reconciliação, dizendo que ela tinha errado e que eu havia procurado o que não tinha em casa, logo nos reconciliamos e eu voltei para São Paulo, deixando ela no interior (onde morávamos, e sua família também). Fui com a intenção de conseguir um trabalho e uma casa, minha me ajudou, fiquei na casa dela e terminei meus estudos em um mês. Coisas que muitos duvidavam que seria possível, depois fiz um curso de segurança em 45 dias, sem minha mulher saber, quando ela descobriu começou a me esculachar “A mamãe que pagou é!? Cria vergonha na cara, vai trabalhar, sai da aba da sua mãe...” O interessante é que eu comecei a trabalhar muito cedo e ela nunca teve um registro na carteira.
Uma semana antes de me formar, recebi um convite para trabalhar na Embaixada Brasileira no EUA, expus que tinha família, uma esposa grávida, e me explicaram que eu só poderia levá-la depois de 1 ano e eles me dariam tudo, moradia, veiculo e um salário em dólar. Fiquei muito entusiasmado com o convite e vi a possibilidade de mudar de vida, e poder dar uma condição melhor de vida para meus filhos. Pois bem, quando contei a minha mulher, ela me jogou um ‘balde de água fria’, “você pode ir, mais me esquece, e esquece seu filho, porque do Brasil eu não saio! E pra te esperar um ano... Hum... Me esqueça e ao seu filho também”.
Bom sendo assim eu não fui, com meu filho ainda para nascer acabei não aceitando, meu filho nasceu, coloquei-o em uma escolinha e vez ou outra ela ia visitar a mãe dela no interior. Ai meu desgosto começou a aumentar novamente. Ficamos um tempo afastados, quando ela começou a valorizar mais a família dela do que a minha. Eu nunca desfiz de ninguém isso me magoou muito, todos tem seu valor e a ensinar.
Ela quis voltar para o interior e eu não fui, ela ficou um ano lá com meu filho e ai aconteceu... Com o desgosto e a distancia, veio a solidão. E dessa vez nós tínhamos brigado, uma discussão feia. Então, em um de meus passeios noturnos, conheci uma moça que logo se interessou por mim. Expliquei-lhe minha situação, que era casado e que, apesar de tudo, se ela quisesse uma reconciliação, eu aceitaria. E mesmo assim, ela quis se envolver... O ano passou e ela quis ter um filho meu, eu não queria, mas ela insistiu, e eu disse que filho era uma coisa muito séria e que não queria ter um com ela. O tempo passou e, um pequeno descuido da minha parte foi o suficiente para ela engravidar, eu fiquei puto, mas eu sou completamente contra o aborto, então, já que estava a caminho, que viesse com saúde. Antes que ele nascesse minha esposa voltou, depois de quase 1 ano, e nós nos reconciliamos. A moça ficou muito nervosa, me ameaçou de todas as formas e eu pedi um exame de DNA. Minha esposa não ficou sabendo de nada, pois se soubesse não me aceitaria de volta, meu filho era lindo e muito engraçadinho por causa da idade (já tinha 3anos).
Recomecei toda a minha vida, desde o relacionamento até o lado profissional, deixando todas as desavenças passadas de lado. Porem foi só uma questão de tempo para que minha esposa voltasse a agir como antes. Na verdade ela nunca me perdoou, e qualquer coisa era motivo para que ela relembrasse o ocorrido e cutucasse a ferida da maneira mais cruel. Eu sem poder reagir, ouvia ela falar mal da minha mãe, irmã, tios, tias e até do meu pai que já era falecido, ela nunca o conheceu, ele já tinha falecido muito antes de pensar em casar e ter filhos. Acontece que todo mundo tem um limite, e quando meu enchi de escutar, aconteceu o que eu mais temia, a violência (verbal, nunca bati nela). Graças a Deus ela se calou um pouco e passou a escolher melhor as palavras.
Resolvi me afundar no trabalho, cheguei a ter até cinco empregos, claro que no ramo em que trabalhava e conseguia conciliar todos eles dentro de 24h. Sendo segurança, de segunda a quarta eu trabalhava em dois lugares, um de dia e o outro de noite, e de quinta a sábado em outros dois lugares, aos domingos eu trabalhava no quinto lugar. Fiquei assim por um bom tempo, tudo o que ela queria, e eu podia, ela tinha, e meu filho também. Até que um dia eu passei muito mal e foi preciso chamar uma ambulância, no hospital após os exames foi constatado que eu havia tido um ataque-cardíaco, devido o cansaço. Ela já estava grávida de novo (do nosso 2º filho, quer dizer, filha) e eu pedi a Deus que colocasse um trabalho mais tranqüilo na minha vida, para que eu pudesse cuidar da minha família. Logo eu conheci o Maximo, um italiano que estava no Brasil a negócios e recebeu uma indicação sobre meu trabalho. Ele precisava de um segurança para acompanhá-lo aqui no Brasil, e como ele gostou do meu serviço, me convidou para ir para a Itália, trabalhar com ele recebendo um salário de є200,00 por hora. Nós teríamos um contrato, e ele levaria a mim e minha família em seu avião próprio. Minha esposa disse que não queria ter saído do interior, e queria menos ainda sair do Brasil. Disse que não iria! Ela queria que eu trabalhasse por um salário mínimo, que fosse mais um peão, nada contra, mais eu sei que tenho capacidade para ser coisa melhor,de dar algo melhor aos meus filhos e tinha que provar isso a ela. Então, fui trabalhar em uma padaria nada comum, uma industria de grandes recursos. Por lá trabalhei como manobrista, segurança, motorista de entrega... Bom, um pouco de tudo, ou quase tudo, eu fazia lá, e resolvi voltar a estudar e prestar o vestibular, tentar uma bolsa de estudos. E eu consegui, uma bolsa de 100% em uma faculdade particular onde o dono era amigo de um dos clientes da padaria. Ele havia me dito que eu poderia escolher qualquer curso, que seria completamente gratuito até o fim.
Chegou o fim do ano, as coisas estavam caminhando bem, e minha esposa resolve voltar a morar no interior, perto da mãe dela. Eu expliquei os meus planos de estudo, mas ela não quis saber. Detalhe: nessa mesma época eu fui fazer uma vasectomia, e durante a operação minha esposa foi buscar uns exames e descobriu que estava grávida. Sendo assim eu resolvi voltar para o interior com ela, e ela sabia que eu tomaria essa decisão. Perdi minha bolsa universitária, e fui embora com ela, para uma cidade onde eu odiava estar, e onde preconceito, fofocas e conversar encostadas são habituais...
... Enfrentando preconceito e olhares tortos por ser da cidade de São Paulo, pois todos que vem de lá são bandidos ou marginais, estão correndo de alguém ou de algo. Preocupado com emprego e como iria sustentar minha família numa cidade onde as vagas disponíveis são de sapateiro, e particularmente, eu mal amarro o cadarço, quanto mais participar da fabricação de sapatos recebendo de R$ 350,00 á R$ 600,00 por mês. Sabe, eu sou de cidade grande, onde quando anoitece, ela continua viva, e lá chega 21:00hs a cidade morre, lazer nesse lugar não existe, e minha revolta não acabava ai, mas isso é outra coisa.

Comecei a trabalhar em uma transportadora muito conhecida e só consegui isso graças a alguns tios da minha esposa, mas o dono do lugar me perguntou “São Paulo ta tão ruim assim pra você vim procurar serviço aqui?”.

Comecei a trabalhar e me deram 10 dias de serviço, onde eu tinha hora para entrar (as 07:00hs) e não tinha hora pra sair (01:30hs ou 02:40hs). Fui registrado depois de 01 mês, quando completei 04 meses o proprietário me acusou de roubo dentro da empresa, lógico que a discussão foi feia e exigi que ele provasse o que tinha falado. Fiz o possível para provar minha inocência, mas como ele disse “Vocês paulistanos são muito espertos, com certeza você fez alguma coisa pra provar sua inocência, imagina se você daria ponto sem nó...” Então, resolvi bater de frente, e ele me mandou embora! Minha esposa me encheu por causa disso, disse que eu tinha que ficar quieto e não discutir com ele, que eu tinha que abaixar a cabeça, que quando alguém falasse algo, mesmo que errado ou não soubesse de algo, eu mesmo sabendo não deveria dizer, pois isso dava uma má impressão a eles, eles poderiam achar ruim por eu saber demais ou querer dar um de espertalhão.

O dono me mandou embora me obrigando a cumprir o aviso, eu só ia para bater o cartão de ponto, e depois eu cruzava os braços, ele ficou muito bravo com isso, mas não podia fazer nada. Ele deu queixa na policia de roubo dentro da empresa, e antes de vencer meu aviso a policia descobriu o culpado adivinhe só, obviamente não era eu, e ele não se retratou. Logo quando sai, entrei em outra empresa, e me destaquei lá dentro, sendo funcionário do mês por 02 meses seguidos. Meu antigo patrão disse aos tios da minha esposa que ele só queria me dar uma lição. Nessa nova empresa fiquei por 09 meses.

A casa onde eu morava de aluguel estava com problemas, quando chovia a laje enchia de água, fazendo com que chovesse dentro de casa também. Reclamamos na imobiliária sobre o problema, e a mesma pediu um tempo para arrumar, sendo uma casa alugada recentemente, ela não deveria ter tido esse problema. Fomos obrigados a nos mudar para minha sogra, e o inferno começou, não por causa da minha sogra, mas sim pela minha esposa que queria outra casa, e maior.

Trabalhando como ajudante de motorista, eu tinha direito á cesta básica e, como os outros, premiação por entrega. Recebendo um salário mínimo ainda e sofrendo preconceitos na empresa (pois não recebia nenhum dos meus benefícios) e vendo que eu não estava dando conta com o salário seco e muito reduzido minha sogra decidiu falar com a sobrinha da dona da empresa que era a presidente, e para qual a minha sogra trabalhava de governanta. Sabendo do que estava acontecendo começou a corrigir isso imediatamente, depois de 05 meses trabalhados, quando abriu vaga para motorista, eu já era habilitado e com experiência para a função, mas meu supervisor disse que ele não podia me promover por que a dona e a sobrinha não queriam que isso acontecesse, era pra trabalhar e receber pouco e não era para me dar oportunidade de melhorar minha renda.

Já fazia algum tempo que eu havia pedido para minha esposa trabalhar e me ajudar, mas tínhamos um enorme problema, os três filhos, com quem ficariam. Minha mãe se mudou para a cidade e disse que olharia os meninos pra que ela pudesse trabalhar também e me ajudar com as despesas.

Alguns meses depois, minha irmã estava se formando na faculdade, e como nosso pai já era falecido, ela queria que eu fosse o padrinho de formatura dela, minha esposa se opôs pois eu teria que faltar no emprego, e ela dizia que eu não poderia fazer isso por que a mãe dela já tinha falado com a presidente da empresa para me dar os benefícios que me eram de direito, e se eu faltasse poderia prejudicar minha sogra, discutimos feio e eu passei mal com a discussão.

Minha filha mais velha, do primeiro casamento queria morar comigo, antes minha esposa nunca quis saber dela, mas dessa vez ela disse sim, quando tudo estava certo para minha filha se mudar, minha esposa disse “Não, não quero saber dessa menina lá em casa! Ela não é minha filha e se me responder? Nos meus filhos eu sento o braço, e nela eu não vou poder fazer isso, eu não quero essa menina na minha casa...”. Nossa me senti aliviado quando ela disse isso, assim ficou comprovado que era ela quem nunca deixou que eu tivesse contato com minha filha. Enfim, estava começando a tomar as rédias da minha vida.

Depois de um tempo, tive uma conversa com ela, e ela falou que não iria trabalha na empresa, onde já estava tudo arrumado, e talvez poderia ganhar muito mais do que eu, coisa que era bem provável, mas ela me disse “Imagina só, eu trabalhar! Não, tenho meus filhos e não vou trabalhar. Você se virou por 10 anos, se vira agora, eu continuo fazendo o que faço, em casa.”, logo pensei... Ela reclama muito que nunca tem dinheiro, eu chego em casa e tenho que ajudá-la com os afazeres domésticos, pois ela não da conta de tudo. Com as crianças, ela ficava por conta deles sem tempo para fazer outras coisas como cuidar da casa... Ai resolvi... Depois de uma conversa significativa e a frase “Em 10 anos você sempre se virou sozinho.” eu tive coragem de por um ponto final nisso tudo.

Eu sabia que iria começar uma guerra, mas seria melhor sozinho, afinal de que adiantaria ter uma mulher em casa com quem nem sexo eu fazia porque dizia que meu pênis era muito grande e ela sentia dor, engraçado que só ela reclamava...

Pedi demissão da empresa, e conversei com ela anunciando minha separação, claro que ela não aceitou, e usou os meninos como base para sua chantagem emocional barata. Deixar meus filhos foi muito difícil, mas com muito sofrimento eu consegui. E fui para São Paulo, recomeçar minha vida...